Ei! Marionetas / Teatro e Marionetas de Mandrágora

Ei! Marionetas / Teatro e Marionetas de Mandrágora

Ei! Marionetas - Encontro Internacional de Marionetas de Gondomar 2025


O rapaz que morava à beira mar [ ESPETÁCULO ]


5 JUL. 11h00 . SÁBADOCentro Cultural de Rio Tinto Amália Rodrigues
5 JUL. 18h00 . SÁBADOParque Urbano de São Pedro da Cova
6 JUL. 11h00 . DOMINGOJardins da Biblioteca Municipal de Gondomar “Camilo de Oliveira”
8 JUL. 14h30 . TERÇA . [ ESGOTADO ]Auditório Municipal de Gondomar
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O rapaz que morava à beira mar

O poder de nos encantarmos com aquilo que nos rodeia, permite-nos pensar que muitas vezes se trata de inocência. É na simplicidade que reside a beleza das pequenas coisas.

Partimos à descoberta da personalidade desta pequena criança que mora à beira-mar, onde tudo o que cria nasce do nada, em tudo vê a beleza, deixando o poder da imaginação contagiar a sua forma de estar.

Mas nem tudo o que vem ter à praia são conchas e búzios. Quando o lixo se torna o quotidiano, não podemos deixar de ficar assustados. Esta é uma reflexão sobre aquilo que nos encanta, o som das ondas, o cheiro, a maresia e o observar da sua lenta perda, cabendo-nos uma ação que permita a reconstrução, tentando encontrar harmonia. Não podemos baixar os braços!


  • Aqui temos de tudo um pouco, coisas grandes e pequenas, mas para vos poder contar acerca do que aqui trago temos de abrir os olhos, colocar os nossos ouvidos em estado de alerta, respirar bem fundo, e colocar o corpo atento, para podermos abrir a imaginação, porque aqui o que é, não é, mas o que não é, é!
    Meninos e meninas, pequenos e crescidos vamos conhecer o rapaz que morava à beira-mar.
  • o que o festival tem a dizer

    Esta criação, que aborda a nossa relação com água, quer seja o mar ou o Rio, leva-nos a uma viagem pelo olhar da inocência dos objetos em movimento. O espetáculo que irá percorrer as freguesias do concelho de Gondomar será um excelente mote para a discussão acerca da poluição marítima, mas também da nossa relação com os elementos que nos rodeiam, da natureza e a sua importância para nosso bem-estar interior, social, comum.

    Um espetáculo belíssimo repleto de ações de jogos de objetos marioneta, mas também integrando o teatro de sombras, bem como o ator manipulador que é também o narrador desta história. Um momento divertido, mas sobretudo um momento de contemplação, onde apelamos à sensibilidade, e onde alimentamos algo fundamental para todos nós, a imaginação.

    Teatro e Marionetas de Mandrágora

    O Teatro e Marionetas de Mandrágora é uma companhia profissional de teatro de marionetas com direção artística de Clara Ribeiro e Filipa Mesquita e direção plástica de enVide neFelibata. A Companhia foi fundada a 2 de abril de 2002. Na simbiose de uma linguagem simbólica que conjuga o património e o legado tradicional com o pensamento e a dinâmica da sociedade contemporânea, num diálogo nem sempre pacífico surge um elemento fundamental, a marioneta. Este elemento apoia-nos na procura de uma identidade cultural própria.

    O nosso objetivo é o de descobrir as potencialidades estéticas, plásticas, cénicas e dramáticas da marioneta em si mesma, como em relação com o ator e nessa descoberta explorar a dramaturgia que nos caracteriza: a de explorar a cultura, a crença e a lenda aliada à urbe, à exploração tecnológica e à velocidade da aldeia global. Ao longo do nosso percurso artístico têm sido diversas as propostas quer nos públicos; adulto, jovem, escolar e familiar; quer na formação de base ou especializada. Uma das nossas grandes apostas é a digressão nacional e internacional dos projetos. Descentralização, trabalho comunitário, criação em parceria e a valorização social e inclusiva são preocupações preponderantes no nosso quotidiano.

     

    Ao longo de mais de duas décadas afirmámos a Companhia como uma estrutura de criação artística contemporânea através das dezenas de propostas de espetáculos apresentadas nacional e internacionalmente, quer sejam criações próprias, bem como em colaboração com outras estruturas e entidades culturais nacionais e internacionais.

    Temos como premissa dar espaço à liberdade criativa da nossa equipa artística, garantindo a existência dentro da própria estrutura de várias linguagens e diversas visões que se unem num ponto comum do desenvolvimento da arte do teatro das marionetas. A ponderação sobre a problemática das fragilidades sociais e um olhar atento sobre tradições e sobre o património são as bases da dramaturgia da estrutura que se consolidam em olhares distintos, mas simultaneamente convergentes.

    É fundamental o diálogo com os diferenciados públicos e a envolvência da criação nos distintos contextos e espaços, bem como a interceção entre entidades e estruturas, criando propostas multidisciplinares que visam sobretudo a comunicação artística com os públicos.

    Salienta-se ainda a colaboração com inúmeros serviços educativos no programa de implementação de atividades em instituições como monumentos, museus e património edificado.

    ficha artística

    DIREÇÃO ARTÍSTICA E TEXTO Filipa Mesquita
    CONSULTADORIA Clara Ribeiro, Rúben Gomes
    DIREÇÃO PLÁSTICA Migvel Tepes
    INTERPRETAÇÃO Joaquim de Sousa
    MARIONETAS E CENOGRAFIA Migvel Tepes
    APOIO À CONSTRUÇÃO DA CENOGRAFIA Catarina Pontes
    MÚSICA CÉNICA Hélder David Duarte
    FIGURINOS Patrícia Costa
    COSTUREIRA Alice Mendes
    FOTOGRAFIA DE CENA Ana Filipa Rodrigues
    DESIGN enVide neFelibata
    PRODUÇÃO EXECUTIVA Hélder David Duarte
    PRODUÇÃO Teatro e Marionetas de Mandrágora
    APOIO República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Município de Espinho/Câmara Municipal de Espinho, Município de Gondomar

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